1.4.08

O LAJEDO DE SAMAUMA!!













Lajedo do Samauma com suas inscrições ruprestes de milhares de anos.Localiza-se no município de Portel, a 420 quilômetros de Belem. O sitio arqueológico apresenta desenho e gravuras rupestres e grandes blocos de pedra talhada e por nunca ter sido estudado ou catalogado ha uma grande possibilidade de haver muitos outros sitios na região

Epigrafia é uma palavra grega composta por ‘epi’ que quer dizer ‘à superfície’, mais ‘grafia’ que quer dizer ‘gravação ou escrita’. Portanto um epigrafista é o especialista que estuda gravações em superfícies duras, geralmente em pedras. O epigrafista é quem deve examinar no local, frente a frente, as inscrições da Pedra do Samauma e quem sabe nos da uma resposta para estas inscriçoes que devem estar aqui a milhares de anos!!

"Heranças Portuguesas na Amazónia"


As localidades portuguesas e brasileiras da região da Amazónia que têm o mesmo nome querem intensificar as suas relações através de projectos comuns, que passam pelas áreas da educação, cooperação e dos municípios.

Nascido durante as comemorações dos 500 anos do Brasil, em 2000, o projecto envolve os concelhos portugueses de Portel, Almeirim, Santarém, Porto de Mós, Nazaré, Alenquer e Óbidos e as cidades brasileiras que têm o mesmo nome.

Nazaré Paes de Carvalho, autora do projecto, disse que os principais objectivos são a troca de experiências e o incentivo de intercâmbios cultural, educacional, social e político, além da realização de projectos comuns entre as localidades brasileiras e portuguesas geminadas.

Projeto esse que teve sua primeira Visita as cidades Portel,Alenquer ,Obidos,Santarem.
sendo agendadas novas visitas!!

INDIOS EM PORTEL.



Do Tocantins ao Xingu

Entre o Tocantins e o Xingu existem alguns parônimos e homônimos que trazem alguma confusão para os leitores não familiarizados com essa sub-área. Há, por exemplo, dois rios de nomes muito parecidos — o Bacajá e o Pacajá — e importantes como referência para a localização de grupos indígenas. O Bacajá é um afluente do Xingu: a cidade de Altamira fica na ponta projetada para o norte do grande ziguezague do baixo curso deste rio, enquanto o Bacajá desemboca na ponta seguinte, projetada para o sul. O rio Pacajá, por sua vez, não é afluente do Xingu; ele desemboca junto à localidade de Portel, naquele braço do Amazonas que passa pelo sul da ilha de Marajó, chamado de Rio Pará.

Além disso, alguns grupos indígenas desta sub-área são conhecidos por um mesmo nome. É o caso dos assurinis que vivem entre o rio Xingu e seu afluente Bacajá, que são distintos dos assurinis que vivem perto do rio Tocantins, junto a um posto indígena chamado Trocará. Vieram morar junto a estes os assurinis que moravam no rio Pacajá. Os dois grupos que agora moram junto ao posto do Trocará apresentam pequenas diferenças dialetais, participam juntos em cerimônias e intercambiam mulheres, o que já fariam antes do contato com os brancos. A auto-denominação dos assurinis que vivem no Trocará é acuáua, nome divulgado por Roque Laraia, mas hoje eles o tomam como pejorativo, no sentido de "índios do mato". Assim, o mais adequado será aplicar-lhes a designação de assurinis do Tocantins (inclusive os que vieram do rio Pacajá), distinguindo-os dos assurinis do Xingu (que vivem entre o Xingu e o rio Bacajá) (Andrade 1984/5: 115-6).

Atualmente vivem em uma área de 351.697,41 ha, legalmente demarcada, homologada e registrada no serviço de Patrimônio da União, conforme Decreto 248/91 de 29.10.91. A Terra Indígena Parakanã está situada em dois municípios no estado do Pará: Novo Repartimento e Itupiranga.
Como a maioria das nações indígenas existentes no Brasil, os Parakanã mantém contato com os não índios. Datam de 1910 os relatos dos primeiros contatos que tiveram lugar no rio Pacajá, acima da cidade de Portel, Messoregião do Marajó.

RESULTADO DA ULTIMA ELEIÇOES EM PORTEL.

PREFEITO
NÚMERO - NOME NOME COMPLETO COLIGAÇÃO PARTIDO(S) VOTAÇÃO
22 - PEDRO BARBOSA PEDRO RODRIGUES BARBOSA PORTEL LEVADO A SÉRIO PT / PTB / PMDB / PL / PPS / PSB 10750
45 - RASO JOSE PEREIRA DA COSTA NADA VENCE O TRABALHO PSDB / PSDC / PRTB / PMN / PRP / PT do B / PP 5881
43 - RONALDO WAKIMOTO JOSE RONALDO CORREA WAKIMOTO Partido Verde PV 34
BRANCOS 142
NULOS 1181

VEREADORES

NÚMERO - NOME NOME COMPLETO COLIGAÇÃO PARTIDO VOTAÇÃO
13123 - SIMONE SEMONE MOURA DA SILVA PORTEL LEVADO A SERIO PT / PMDB / PL / PPS / PSB 1366
22222 - JORGE BARBOSA WASHINGTON JORGE RODRIGUES BARBOSA PORTEL LEVADO A SERIO PT / PMDB / PL / PPS / PSB 1322
13000 - BOB ROBERTO ALAN DE SOUZA DA COSTA PORTEL LEVADO A SERIO PT / PMDB / PL / PPS / PSB 914
13555 - JUNIOR CAMAPUM JOAO BOSCO CAMAPUM JUNIOR PORTEL LEVADO A SERIO PT / PMDB / PL / PPS / PSB 699
22111 - ADSON ADSON DE AZEVEDO MESQUITA PORTEL
45678 - WALTER CORDEIRO WALTER DA SILVA CORDEIRO UNIDOS POR PORTEL PMN / PSDB 530
45611 - CERO WALTER ANTONIO DA CRUZ UNIDOS POR PORTEL PMN / PSDB 426
28823 - VANDA COSTA MARIA VANDA DO NASCIMENTO COSTA VAMOS A VITORIA PSDC / PRTB / PRP 413
44123 - MILTINHO HAMILTON MOREIRA CORREA VAMOS A VITORIA PSDC / PRTB / PRP 362


NOTICIAS

Telecentro Meizaque Silva de Souza - Portel
I Oficina de Inclusão Digital

O Telecentro Meizaque Silva de Souza estará promovendo a I Oficina de Inclusão Digital, voltada para alunos de escolas públicas do município de Portel e têm como objetivo oferecer aos mesmo uma oportunidade de aproximação e conhecimento do mundo da informática.
A oficina acontecerá nos dias 06 e 07 de julho e terá uma carga horária de 8 horas.

Local: Telecentro Meizaque Silva de Souza.
Endereço: Rua Presidente Vargas, 340 - Bairro do Muruci - Portel/PA.
Horário: 8h - 12h / 13h - 17h.

Parceiros
- Centro Comunitário Juventude “La-Paz”;
- Prefeitura Municipal de Portel/PA;
- Banco do Brasil S/A;
- Empresa BS-Informática.

Colaboradores

- Annes Madeiras (Srª. Alzileth);
- Sr. João Wakimotto.
Atenciosamente,
Diones Souza.
Coordenador Projeto Informática ao Alcance da Comunidade.
Telecentro Meizaque Silva de Souza.
Portel/PA.

RESERVA ECOLOGICA CAXIUANÃ!


Para os que querem aliar o prazer de conhecer lugares paradisíacos à busca pelo conhecimento e conscientização ecológica, o Pará também oferece opções variadas. Uma delas é a Floresta Nacional de Caxiuanã. Fica nos municípios de Portel e Melgaço, a Cidade mais proxima Portel a 296 km de Belém; e a Floresta Nacional do Tapajós, na região oeste do Pará.

Em Caxiuanã, o Museu Paraense Emílio Goeldi mantém a Estação Ferreira Pena, onde há pesquisas sobre fauna, flora, ambiente físico e o homem da região. São 330 quilômetros quadrados de floresta densa, acessíveis apenas por barco, a partir de Belém.
A natureza intocada do local é fundamental para o desenvolvimento das pesquisas do Museu Goeldi. A Estação é espaço também para a promoção da melhoria da qualidade de vida das comunidades próximas, fazendo do projeto uma fonte de renda para a manutenção da infra-estrutura e meio para difusão do conhecimento científico produzido no local e disponibilizado para os visitantes.
A Estação Ferreira Pena possui 33 mil hectares, correspondentes a 10% da área total da Floresta Nacional de Caxiuanã. Uma moderna base de pesquisa foi construída, com financiamento do Governo Britânico, em plena selva amazônica, com apartamentos, refeitório, biblioteca, laboratórios, auditório, barcos e uma torre de observação de 40 metros de altura.ção de um projeto piloto de exploração industrial de madeira e outros 5.000 hectares para preservação de parques fenológicos e reserva ecológica.

O projeto de Turismo Ecológico, desenvolvido pelo MPEG- Museu Paraense Emílio Goeldi/CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, dentro do Programa Floresta Modelo, inclui a visitação monitorada de pequenos grupos de turistas à Estação Ferreira Pena, possibilitada pela excepcional infra-estrutura e pelo potencial ecoturístico da região, uma floresta primária intocada.

IMPORTANTE DESCOBERTA NO CAXIUNÃ.


O MPEG - Museu Paraense Emílio Goeldi realizou uma importante descoberta zoológica no mês de agosto. Na Floresta Nacional de Caxiuanã, localizada a 400 km de Belém, foi identificada a presença de uma nova espécie de serpente do gênero Atractus.
A descoberta foi feita pela Dra. Ana Prudente, da Coordenação de Zoologia do MPEG, tendo como co-autora a Dra. Maria Cristina dos Santos Costa, da Coordenação de Ciências Biológicas da UFPA - Universidade Federal do Pará. As pesquisadoras constataram que se tratava de uma nova espécie quando analisavam o material coletado na Floresta Nacional de Caxiuanã e exemplares da Coleção Herpetológica (répteis) do MPEG. O processo de identificação revelou que três exemplares coletados em Caxiuanã apresentavam uma série de características diferente das outras conhecidas.

Atractus – A última vez que uma espécie de serpente do gênero Atractus foi detectada na Amazônia brasileira ocorreu em 2003 (a Atractus natans), descoberta que também teve a participação de Ana Prudente como co-autora e Dr. Marinus Hoogmoed, atualmente pesquisador convidado do Museu Goeldi, como autor.

O gênero Atractus abrange cerca de 100 espécies de serpente, que habitam desde o Panamá, na América Central, até o sul do Brasil. Até então, eram conhecidas 14 espécies desse gênero na Amazônia brasileira.

A 15ª espécie de Atractus encontrada foi batizada de Atractus caxiuana. “Esse nome foi dado em homenagem a Estação Científica do Museu Goeldi, em Caxiuanã, e ao próprio MPEG, que representa uma instituição amazônica geradora de conhecimento científico e que, além de estudar a biodiversidade, sabe preservá-la de forma profissional, científica e ética”, explica Ana Prudente.

O artigo sobre a descoberta da Atractus caxiuana já foi publicado (em inglês) em uma das mais importantes revistas sobre sistemática, a Zootaxa. Atualmente a publicação é avaliada com o conceito máximo pela CAPES, do Ministério da Educação. No endereço eletrônico da Zootaxa (www.mapress.com/zootaxa) está disponível o resumo do artigo da descrição desta nova espécie.
A Atractus caxiuana foi incorporada a Coleção Herpetológica do Goeldi, entretanto, não se trata apenas de mais um exemplar na Coleção, este é um holótipo. “Holótipo é o exemplar utilizado como referência para a descrição de uma nova espécie. Ele é importantíssimo do ponto de vista sistemático, porque é a prova física da nova descoberta!”, esclarece Prudente. Um dos indicadores da importância e qualidade das coleções científicas é o número de holótipos que ela possui. Dessa forma, a Coleção Herpetológica do Museu Goeldi ganha mais relevância no meio científico.
Para Ana Prudente, a descoberta de qualquer espécie é importante para o avanço do conhecimento científico. “Essa nova espécie de serpente representa um avanço no conhecimento da biodiversidade da Floresta Nacional de Caxiuanã, indicando que o processo do conhecimento científico é dinâmico, pois mesmo uma área que teoricamente já foi estudada, novas descobertas podem ocorrer”.
Fonte: Ascom Museu Emílio Goeldi







Para os que querem aliar o prazer de conhecer lugares paradisíacos à busca pelo conhecimento e conscientização ecológica, o Pará também oferece opções variadas. Uma delas é a Floresta Nacional de Caxiuanã. Fica nos municípios de Portel e Melgaço, a Cidade mais proxima Portel a 296 km de Belém; e a Floresta Nacional do Tapajós, na região oeste do Pará.

Em Caxiuanã, o Museu Paraense Emílio Goeldi mantém a Estação Ferreira Pena, onde há pesquisas sobre fauna, flora, ambiente físico e o homem da região. São 330 quilômetros quadrados de floresta densa, acessíveis apenas por barco, a partir de Belém.

A natureza intocada do local é fundamental para o desenvolvimento das pesquisas do Museu Goeldi. A Estação é espaço também para a promoção da melhoria da qualidade de vida das comunidades próximas, fazendo do projeto uma fonte de renda para a manutenção da infra-estrutura e meio para difusão do conhecimento científico produzido no local e disponibilizado para os visitantes.

A Estação Ferreira Pena possui 33 mil hectares, correspondentes a 10% da área total da Floresta Nacional de Caxiuanã. Uma moderna base de pesquisa foi construída, com financiamento do Governo Britânico, em plena selva amazônica, com apartamentos, refeitório, biblioteca, laboratórios, auditório, barcos e uma torre de observação de 40 metros de altura.ção de um projeto piloto de exploração industrial de madeira e outros 5.000 hectares para preservação de parques fenológicos e reserva ecológica.

O projeto de Turismo Ecológico, desenvolvido pelo MPEG- Museu Paraense Emílio Goeldi/CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, dentro do Programa Floresta Modelo, inclui a visitação monitorada de pequenos grupos de turistas à Estação Ferreira Pena, possibilitada pela excepcional infra-estrutura e pelo potencial ecoturístico da região, uma floresta primária intocada.
PORTEL
O acesso à cidade é feito: através de 4 Navios por Belém, a viagem tem duração de 15 horas, partindo dos portos Bom Jesus, Custódio, Tamandaré, Comercial, Mundurucus e Ankel ou através de avião, em vôo Regular, com duração de 55 minutos.
Por Macapá atraves do Porto Igarape das Pedrinhas em Santana
ou Porto Municipal em Macapá 3 barcos fazem o trajeto ate Portel

SALDO PARCIAL REVELA QUE OPERAÇÃO KOJIMA APREENDEU MAIS DE 25 MIL M³ DE MADEIRA EM PORTEL NO PARÁ


Relatório parcial de fiscalização demonstra que a operação Kojima, iniciada no dia 09 de setembro, aprendeu mais de 25 mil metros cúbicos de madeira em toras e serrados e lavrou multas que totalizaram R$1.463.599,30 (um milhão, quatrocentos e sessenta e três mil, quinhentos e noventa e nove reais e trinta centavos). Houve apreensão de veículos, tratores e embarcações entre outros bens que estavam sendo utilizados em crime ambiental nos municípios de Anapu e Portel, regiões noroeste e centro-oeste do Pará, em média mais de mil quilômetros da capital Belém.
A maior apreensão de madeira (15 mil metros cúbicos em toras) ocorreu no PDS da comunidade Terra da Paz, às margens do rio Tuerê, na divisa do município de Portel. Foram identificadas pelo Ibama áreas de explorações irregulares na margem esquerda do Rio Tuerê e em uma esplanada o armazenamento de 13.457,833 m³ de madeiras em toras (5.068 toras) das espécies angelim, andiroba, jatobá, estopeiro, amarelão, piquiá, maçaranduba e ipê. Foram encontradas outras esplanadas, localizadas às margens do Rio Anapú divisa com município de Portel, com cerca de 2.000,000 m³ de madeira em toras.
Foram autuadas 12 empresas madeireiras em Anapu, das quais 06s tiveram atividades embargadas e lacradas seus maquinários, 01 foi enquadrada como suspeita de envolvimento com a exploração ilegal de madeira no PDS Esperança, 01 foi identificada como empresa fantasma (existe só no papel sem unidade física) e 04 autuadas, sem embargo, por armazenar produto florestal sem licença do órgão ambiental competente e houve lavratura de 20 Autos de Infração (AI) resultantes de ações fiscalizatórias realizadas nos municípios de Anapu e Portel.
A operação Kojima do Ibama em parceria com o BPA, conta com 32 policiais do BPA - Batalhão de Policiamento Ambiental e 15 da Polícia Militar de Marabá e 40 agentes da Superintendência de Belém e Gerências Executivas de Altamira e Marabá. A ação começou em Anapu/Pacajá em duas etapas. Na primeira etapa os trabalhos foram concentrados em levantamento de madeiras exploradas em lotes do PDS Esperança e, a segunda, em inspeções industriais. Foram vistoriadas 12 indústrias madeireiras, na sede do município de Anapu. As inspeções em indústrias madeireiras em atendimento a denúncias de exploração florestal ilegal, em desmatamentos na região e denúncias de exploração, transporte e industrialização de madeiras, bem como desmatamentos clandestinos, entre outras agressões ambientais.
Durante as ações fiscalizatórias realizadas nos municípios de Anapu e Portel, manifestantes integrantes do PDS e de outros assentamentos, interditaram a rodovia Transamazônica, ao longo da ponte sobre o Rio Anapu. Outra interdição ocorreu no sentido Altamira - Anapu, feita pelos caminhoneiros. Os produtos florestais, máquinas e outros bens apreendidos se encontram na área sob a guarda temporária do Ibama e Policiais do BPA e Polícia Militar do Pará.
Por: Edson Gillet Brasil
Fonte: Ibama
Foto: ilustrativa
Plantão
Mais de mil peixes ornamentais de portel apreendidos em Belém
29/06/2007 - 9h9
Policiais da Delegacia do Meio Ambiente (DEMA) apreenderam um carregamento de mais de mil peixes ornamentais, na manhã desta terça-feira(29). Os peixes estavam em uma balsa, no porto São Domingos, bairro do Guamá. A maioria estava morta. O proprietário do carregamento está sendo procurado.
Os animais estavam sendo transportados na balsa 'São Domingos I', que vinha de Portel, na ilha do Marajó, para Belém. 'Investigações da Divisão identificaram a situação e foram colocados policiais dentro da embarcação para constatar', explicou o delegado Bertolino Neto.
De acordo com a polícia, a nota fiscal apresentada pelo comandante da embarcação, identificado como Humberto Sarges, dava conta de cerca de mil peixes ornamentais. 'Mas pela quantidade, acreditamos que seja bem mais', avaliou o delegado.
De acordo com a polícia, o comandante do barco não soube informar quem receberia a carga em Belém. ' Por isso ele foi encaminhado à delegacia para prestar esclarecimentos', explicou Neto.
Quando localizado, o proprietário do carregamento poderá responder por dois crimes: tráfico de animais silvestres e ainda, maus tratos, uma vez que quase metade dos peixes estava morta.
O comandante do barco e a carga foram encaminhados à Delegacia do Meio Ambiente

CONHEÇA PORTEL EM FOTOS!!





FOTOS DA CAHOEIRA DE PORTEL RIO ANAPÚ!




OS RIOS DE PORTEL POSSUEM UM GRANDE PONTECIAL TURISTICO,PELO ATRATIVOS NATURAIS COMO:


# CACHOEIRAS NO RIO ANAPÚ.

# CACHOEIRAS NO RIO PACAJÁ.

# DEZENAS DE ILHAS.

# DEZENAS DE LAGOS.

# ÍGARAPES

# BAHIAS

# PESCA ESPORTIVA
# PRAIAS

Degradação ambiental criou os vampiros de Portel

IBAMA ASSEGURA QUE DESMATAMENTO ESTÁ POR TRÁS DOS ATAQUES DE MORCEGO NO MARAJÓ, QUE JÁ PROVOCARAM O MAIOR NÚMERO DE MORTOS JÁ REGISTRADOS POR CAUSA DA RAIVA EM TODO O PAÍS
A degradação ambiental das matas na região de Portel provocou a destruição das fontes de alimentos dos morcegos e é considerada a principal causa do surto de raiva humana que já provou a morte de pelo menos 15 pessoas naquele município do Marajó. Essa foi a conclusão anunciada ontem pelo gerente executivo do Ibama no Pará e Amapá, Marcílio Monteiro, que divulgou relatório preliminar do Ibama sobre as ocorrências trágicas de Portel. Segundo o documento, nos últimos anos houve um processo de mudanças radical no ecossistema daquela região, cujo resultado foi a degradação da região e de uma situação social que dificulta as ações preventivas contra a raiva.

Junto a pesquisadores do Instituto Evandro Chagas, para onde o relatório preliminar foi enviado, Marcílio Monteiro afirmou que tudo indica que a população de morcegos sentiu falta de alimentos silvestres, tanto da fauna quanto da flora, e que isso explica os ataques a humanos. A extração predatória da madeira na região é intensa e originou ermos denominados de capoeirão, que agravam a degradação. "É quase certo

que as transformações do ecossistema daquele região sejam as responsáveis por essas mortes. Precisamos pesquisar ainda mais, mas não se pode fugir desta realidade: sem animais silvestres para se alimentar, os morcegos saíram de encontro aos seres humanos. Isso é muito grave", afirma Marcílio Monteiro.
Dúvidas
Além do gerente executivo do Ibama, estiveram presentes à coletiva os pesquisadores do IEC, Elizabeth Santos, Pedro Vasconcelos e Elizabete Salbér, além da chefe da Divisão Ambiental do Ibama, Maria do Carmo, e do gerente do Ibama em Portel, Carlos Moura. Segundo Elizabete Salbér, dos dez corpos examinados até aqui pelo IEC, oito foram confirmados como portadores da raiva. Ela disse ainda que o IEC está fazendo tudo o que pode para esclarecer todas as dúvidas sobre a tragédia e que cerca de 18 morcegos conservados em formol estão sendo analisados pelos pesquisadores.
Dados repassados pelo Ibama ontem revelam que entre 1980 e 1993 foram registrados 619 mortes provocadas pela raiva humana e animal. Belém foi a cidade mais afetada nesse período com 18 mortes, seguida de Santarém, com 6; Cametá, 5; Baião e Marabá, 4; e Altamira, com 3 mortes. Carlos Moura, do Ibama de Portel, diz que a população continua angustiada e tensa com as mortes. "Existe certa calma por causa das ações do governo estadual e prefeitura de Portel. Mas a situação como um todo não está estabilizada. Parentes e amigos dos mortos continuam abalados e em permanente estado de tensão", disse.

Ele explicou que a população de Portel ainda vive um clima de insegurança e medo e também de "muita revolta". "Foi tudo muito rápido e jamais alguém esperaria que os morcegos fossem portadores da raiva. Ser mordido por morcego em Portel é quase uma coisa natural. Ninguém esperava por tantas mortes num período tão pequeno. Foi uma tragédia para a cidade", disse Moura, ao explicar que o Ibama vai continuar fazendo o trabalho de zoneamento ambiental, tanto no rio quanto em terra, para identificar novos focos de desequilíbrio e saber se de fato eles têm algo a ver com a tragédia em Portel.
Eduardo Mendes
Número de mortos é inédito no Brasil
O número de casos e de mortes ocorridas por causa da raiva em Portel, de acordo com o Ministério da Agricultura, é inédito no país e incomum até na América Latina. O último caso de raiva no Pará ocorreu em 2001. As informações foram fornecidas ontem, durante coletiva em que a Secretaria Executiva de Saúde Pública (Sespa) confirmou o óbvio: um surto epidêmico de raiva humana em Portel, que resultou na morte de 15 pessoas até o final da tarde de ontem - embora apenas sete tenham confirmação ambulatorial. Oito casos ainda estão sob investigação no Instituto Evandro Chagas. A última grande epidemia no continente ocorreu na década de 20 do século passado, em Trinidad e Tobago, quando 29 pessoas morreram acometidas pela raiva transmitida por morcego. Após isso, apenas Colômbia e Peru registraram esse tipo de morte, com nove e seis mortes, respectivamente. Isso num período de três anos.

A secretaria, em parceria com o Ministério da Agricultura, prometeu intensificar e redirecionar as ações no combate à raiva animal e humana no Pará na região do Marajó, especificamente no município de Portel. "Na cadeia da raiva humana o morcego não participa diretamente da contaminação. Normalmente a raiva é transmitida por animais domésticos, como o cão e o gato. Esse fato, por si só, é acidental e inédito", informou o secretário executivo de Saúde, Fernando Dourado.

Circulante

Todas as ações que se iniciaram há algumas semanas permanecem por mais tempo, já que o vírus da raiva é circulante e pode se alastrar rapidamente. "Apenas um cinturão biológico em torno da doença impedirá a sua disseminação, e isso está sendo feito", garante o secretário.
Para delimitar a estratégia de ação, Dourado se reuniu na tarde de ontem com a representante da Coordenação Nacional da Raiva do Ministério da Saúde, Lúcia Monte Belo; e com representantes do Instituto Evandro Chagas, Agência de Defesa Agropecuária do Estado (Adepará), do Ministério da Agricultura, da Delegacia Federal da Agricultura, Secretaria Executiva da Agricultura e das prefeituras de Portel, Melgaço, Breves, Bagre, com suas respectivas secretarias de Saúde.

Cultura
Na comunidade de São Bento, onde vivia a maioria dos que morreram, a Sespa está aplicando vacina e soro nas pessoas mordidas pelo morcego. Os não agredidos e os que moram na circunvizinhança da comunidade estão recebendo apenas a vacina. "Essa é uma rotina que deveria ser feita por todos os que foram mordidos pelos morcegos. Infelizmente existe uma cultura local errônea, em que os moradores convivem naturalmente com os ataques de morcego e ninguém toma as medidas preventivas", diz Dourado.
Ele informou que algumas das vítimas fatais disseram, antes de morrer, que foram mordidas pelos morcegos em outubro de 2003, durante uma festividade típica na comunidade. "A área de ocorrência das mordidas é rural, e talvez a aglomeração dessas pessoas tenha atiçado os morcegos, que têm a tendência natural de procurar animais silvestres ou domésticos. Ele só procura o homem na falta de alimento".
Ministério da Saúde elogia ação do Estado
Lúcia Monte Belo, da Secretaria de Vigilância à Saúde do Ministério da Saúde, informou que os óbitos de raiva ocorridos no Pará são totalmente novos dentro do contexto da ocorrência da doença. "A região dos ataques é muito peculiar e específica e medidas urgentes precisam ser tomadas. Toda a população da área de risco já está sendo monitorada. O Ministério tem laboratório especializado e fará um estudo do genoma do vírus da raiva para estudos posteriores", adianta.

Ela informou que todo e qualquer tipo de liberação de recursos para o combate à doença será estudado e apenas mediante solicitação feita pelo governo do Estado ao governo federal. "O que posso adiantar é que todas as medidas estão sendo tomadas para conter o avanço da doença. Tudo foi feito no momento certo", assegura.

Até o momento os únicos recursos assegurados referem-se à Campanha de Vacinação Anti-Rábica, que já se iniciou. Até o momento a Sespa disponibilizou R$ 150 mil para o programa de combate e prevenção à raiva, R$ 100 mil deles repassados à 8ª Regional da Sespa e outros R$ 50 mil num convênio firmado com a prefeitura de Breves.

Apenas um estudo mais prolongado dos casos e do local da ocorrência, diz Lúcia, poderá identificar as causas dos ataques dos morcegos. Em todo o ano de 2003 foram notificados pelo Ministério da Saúde 17 casos de raiva, 14 deles transmitidos por cães e apenas três por morcegos. "Este ano registramos apenas um caso positivo transmitido por um cão no Maranhão. Esses 15 óbitos no Pará são considerados fora do controle", diz a coordenadora, responsável pelo Programa da Raiva no Ministério.
Especialistaso

Moisés Santos, delegado federal da Agricultura no Estado, informou que desde início do combate à doença em Portel a delegacia enviou à área veterinários, dois deles do Rio de Janeiro, com especialidade em raiva de herbívoros, além de outros dois especialistas em sanidade animal. A delegacia já está fazendo todo o monitoramento de bois, vacas, cavalos e até porcos que foram ou podem ser mordidos por morcegos na região.
Veterinário diz que raiva ocorre a mais tempo

O médico veterinário do Ministério da Agricultura, José Carlos Pereira de Souza, especialista em controle de raiva de herbívoros, disse que os casos de raiva transmitidos por morcegos hematófagos são comuns no Brasil e na América Latina. "É comum o homem entrar na cadeia alimentar desse tipo de morcego e se contaminar com o vírus. O que é incomum é a quantidade de óbitos".
José Pereira esteve na comunidade de Portel onde ocorreram os ataques e constatou que a área é desprotegida, com moradores residindo em vivendas cobertas por palha de coco, sem qualquer proteção contra os morcegos. Além disso a população local quase sempre dorme em redes, sem mosquiteiros. "Mas o que mais chamou a atenção é que essas pessoas consideram o ataque de morcego normal. São totalmente desinformadas e isso atrapalha a prevenção", constata.
Após percorrer a área onde ocorreram os ataques, o veterinário avalia que a raiva já está instalada em Portel há bem mais tempo, tendo em vista a grande quantidade de bois, cães, gatos, cavalos e até porcos mordidos por morcegos. Uma equipe de 4 homens do Corpo de Bombeiros está no local fazendo um levantamento dos animais e pessoas atingidos em cada casa e de animais mortos por causas desconhecidas.

Festa e Eventos - Portel - PA


Data:
24/01 à 02/02
Definição:
Festividade de Nossa Senhora da Luz
Descrição:
Paróquia Nossa Senhora da Luz - Telefone: (91) 3784-1126 - Fax: (91) 3784-1289
Data:
13/02 à 15/02
Definição:
Festival de Frutas Regionais
Descrição:
Secretaria Municipal de Turismo e Cultura - Telefone: (91) 3784-1163 - Fax: Fax:(91) 3784-1163
Data:
01/06 à 30/06
Definição:
Festas Juninas
Descrição:
Secretaria Municipal de Turismo e Cultura - Telefone: (91) 3784-1163 - Fax: (91) 3784-1163

Data:
01/07 à 30/07
Definição:
Festival de Verão
Descrição:
Prefeitura Municipal e Secretaria Municipal de Cultura e Turismo - Telefone: (91) 3784-1163 - Fax: (91) 3784-1163

Data:
06/08 à 21/08
Definição:
Festividade de Nossa Senhora de Nazaré
Descrição:
Paróquia Nossa Senhora da Luz - Telefone: (91) 3784-1126 - Fax: (91) 3784-1289
Data:
07/08
Definição:
Círio de Nossa Senhora de Nazaré
Descrição:
Paróquia Nossa Senhora da Luz - Telefone: (91) 3784-1126 - Fax: (91) 3784-1289

Data:
01/10 à 05/10
Definição:
Açaí Festival Gospel
Descrição:
Igreja do Evangelho Quadrangular - Telefone: (91) 3784-1163

Data:
05/11 à 09/11
Definição:
Festival da Cultura Portelense
Descrição:
Secretaria Municipal de Turismo e Cultura - Telefone: (91) 3784-1163

Data:

30/06a07
Definicão

Festival da mandioca mole
29/30
org: diretoria amamole



A População Total do Município e de 47.066,00 de habitantes, de acordo com o Censo Demográfico do IBGE (2007).
Sua Área é de 25.384,78 km² representando 2,03 % do Estado, 0,66 % da Região e 0,30 % de todo o território brasileiro.
Seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,61 segundo o Atlas de Desenvolvimento Humano/PNUD (2006)
Área Territorial: 25.384,78 km² Fonte: IBGE Ano de Instalação: 1935 Microrregião: Marajó Mesorregião: Portel Altitude da Sede: 19,00 m Distância à Capital: 262,82 Km Fonte: Atlas de Desenvolvimento Humano/PNUD
RASCUNHOS HISTÓRICOS DE NOSSA PARÓQUIA.

Podemos voltar até 1756, para conhecer a história da paróquia Nossa Senhora da Luz de Portel.
quando o padre Antônio Vieira estabelece uma das reduções na beira do Arucará.
Desde então recebe essa "redução" baixo a proteção de Maria como Senhora da Luz. Os poucos dados históricos assim confirmam. Esta paróquia sempre pertenceu a Prelazia de Cametá mas um contrato feito entre os bispos de Cametá e Marajó fez que passasse para esta última. Em 1959 Dom Gregório Alonso, bispo de Marajó assume esta paróquia com grande desejo por dois motivos principalmente: a existência de índios no rio Pacajá, assim poderia se realizar uma pastoral indigenista e também por ser nossa Senhora da Luz a titular da paróquia.
No arquivo paroquial se encontram livros de batismo datados em 1801: esta paróquia já foi atendida por padres Jesuítas, como está destacado no arquivo paroquial porem não se encontra nenhum sinal artístico, urbanístico ou outros, que testemunhem sua presença. Quando a paróquia é assumida pelos padres Agostinianos Recoletos visitam as comunidades e as cidades desde a paróquia de Breves.
Os antigos do lugar lembram outra igreja matriz onde hoje está a Prefeitura Municipal. Não fica nenhum resto da Igreja. Parece que foi derruída completamente.
Sinal da história é a Igreja da Vila Velha que mantém uma arquitetura, na fachada, de estilo colonial. Se pode dizer que é uma das igrejas mais antigas de Marajó. A igreja matriz, é uma das igrejas mais belas de Marajó. Foi construída pelo povo sob as ordens do senhor Manoel Jardim. Muitos portelenses lembram colocar pedra sobre pedra o que hoje é nossa majestosa igreja. A primeira pedra foi colocada o dia 02 de Fevereiro de 1965 com a bênção episcopal de Dom Gregório Alonso. Era pároco Fr. Máximo Calvo e estava presente também Fr. Pedro Esparza.Nossa Senhora da Luz - padroeira de Portel.
Tradicionalmente Portel era conhecida como a freguesia de Nossa Senhora da Luz. A ela foi dedicada a igreja matriz, construída no ano de 1965 e inaugurada o 28 de agosto de 1966.
A festividade da padroeira tradicionalmente começa o dia 24 de janeiro, aniversário da cidade de Portel. Neste dia se encerram a romarias pelas casas e inicia-se a novena a Nossa Senhora da Luz.A festividade e celebrada no dia 2 de fevereiro com a missa solene pela parte da manhã e a procissão pela tarde. Durante os dias da festividade após a novena tem bingos e leilões no salão paroquial.2. Igreja do Divino Espírito Santo Informações orais 1895. Construção da frente da Igreja 1909. Coronel Serrão, mandou completar a obra em madeira 1915. Completa a obra com a colaboração do povo 1918. Terminada a construção 1982. Reforma da igreja em alvenaria .Fr. Graciano 3. Histórico da paróquia 1948. Capela de Nossa Senhora de Nazaré. No lugar foi construída a Prefeitura em 1968.27-06-1952 fundação da Irmandade de do Sagrado Coração por Fr. Dolsé. Oficializada por Dom Alonso no 30-11-195 *21963. Entregue a paróquia de Portel a Dom Alonso, bispo da prelazia de Marajó.
Sacra Congregatio Consistorialis 18-11-1963.1963.Modificação da capela de Nossa Senhora de Nazaré.18-01-1965. Dom Gregório Alonso nomeia a Fr. Máximo Calvo vigário de Portel02-02-1965. Ata de posse de Fr. Máximo como vigário02-02-1965. Inauguração da casa paroquial, sendo o primeiro pároco Fr. Máximo Calvo e prefeito de Portel Ladislau Queiroz.
Presidente do Apostolado dona Doralias Maria da Costa. Neste mesmo dia se fez uma procissão desde a capela de Nossa Senhora de Nazaré ate o local da Matriz e Dom Alonso colocou e abençoou a primeira pedra da igreja matriz.30-05-1965. Cruzada eucarística31-01-1966. Fr. Antônio Goya, Benjamin Remiro e Miguel Aguilar 28-08-1966. Inauguração e benção da igreja matriz dedicada a Nossa Senhora da Luz.
Esta celebração aconteceu no dia de Santo Agostinho e dentro da festividade de Nossa senhora de Nazaré. A construção demorou um ano e dez meses.Culto pela manhã na capela de Nossa Senhora de Nazaré. A tarde procissão de nossa Senhora de Nazaré e Nossa Senhora da Luz. Fr. Faustino cantou as glórias de Maria . Fr. Máximo abençoou o templo.1967. Colocação das imagens do Sagrado Coração e de Santa Rita.01-04-1967.Ambulatório de Santa Rita1967. Inauguração do presbitério1968. Colocação das janelas de acapú na matriz. Construção da torre.1968. se habilita a igreja do divino Espírito Santo1969. Inauguração do salão paroquial1977. Construção da casa das irmãs.1971. Inauguração da casa Santo Agostinho. Casa da juventude,1974. Inauguração do auditório Manarijó.1989. Criação da Guarda de Nossa Senhora1990. Lancha Santo Agostinho.04-05-1991. inauguração e benção da capela Santa Mônica no bairro da Cidade Nova.23-10-1991.
Inauguração e benção da capela São Miguel no bairro da Tijuca1994. Hino a Nossa Senhora da Luz. Música e letra de Edmar Cardoso Araújo(Turibe)1994. Escola de bordado e costura Santa Clara.

Freis que passaram pela paróquiaFreis: Máximo Calvo (1º. Pároco e já falecido),
Pedro Maria Esparza, Faustino Legarda (já falecido),
Jesus Garcia, Ignácio Diez Lopez, Jesús María Cizaurre, Ramón Calzada González, José Garcia, Graciano González, Walmir Cristovam Lira Pequeno, José Carlos Nuevo, Marcelo Ariel Corleto, Clauber Cosme Lopes, Raimundo Salimos, Mario Moriconi, Luis Maria Chasco, Antônio Rabanal, Salvador Aguirre, Antônio Ferreira, José de Juana de la Cal, Victor Sánchez, Juan José Ormazábal, Edilson Araújo do Carmo, Simón Puertas, Dilermando Feitas de Lima, Manoel Bandeira de Lima e Luís Carlos de Melo e Silva Albim (estes três últimos constituem a atual comunidade religiosa).


Sub-região Portel Sub-região Marajó A Região Hidrográfica Portel-Marajó ocupa uma área de 10,8% da área do estado. Apresenta como principais drenagens os rios Anapu, Pacajá, Marinau, Tueré, Pracuruzinho, Curió, Pracupi, Urianã, Arataí, Mandaquari, Jacaré-Paru Grande, Jacaré Paruzinho, Anajás, Aramã, Jacaré, Cururú, Afuá, Jurupucu, Jurará e o rio dos Macacos. Esta região é composta pelos municípios de Portel, Pacajá, Bagre, Novo Repartimento, Anapu, Breves, Chaves, Afuá, Anajás, Curralinho, São Sebastião da Boa Vista, Muaná, Soure, Salvaterra, Cachoeira do Ararí, Santa Cruz do Ararí e Ponta de Pedras. O clima nesta área é equatorial úmido, com amplitude térmica mínima, temperatura média em torno de 27ºC, sendo que a mínima superior em torno de 18ºC e a máxima em torno de 36ºC. Umidade máxima elevada em torno de 90% com alta pluviosidade nos seis primeiros meses do ano, sendo o trimestre mais chuvoso Fevereiro, Março e Abril, chegando a coletar 350mm, no último mês, enquanto que os meses de Agosto, Setembro e Outubro, aparecem como o período menos chuvoso, com a precipitação aproximada de 70mm no mês de outubro. O índice pluviométrico anual é em torno de 2300mm. A insolação média anual é aproximadamente 2.200 horas.

HITÓRICO DO MUNICIPIO


Histórico:
No local onde está localizado o Município de Portel, existia primitivamente, uma aldeia de índios, que em 1653, foi reorganizada pelo padre Antonio Vieira, ao introduzir os índios Nheengaíbas, trazidos da ilha de Marajó, ficando sob a direção dos padres da Companhia de Jesus, com a denominação de Aricuru (ou Arucurá), até a expulsão dos jesuítas, época em que já era freguesia, sob a invocação de Nossa Senhora da Luz.Em 1858, o governador e capitão-geral Francisco Xavier de Mendonça furtado elevou-a à categoria de Vila, mudou-lhe o nome para Portel, denominação portuguesa que significa "Porto Pequeno", e instalado pessoalmente o Município, em 24 de janeiro do mesmo ano.
No ano de 1833, o Município de Portel perdeu o título de Vila, ficando seu território enexado ao Município de Melgaço até 1843, quando a Lei nº 110, de 25 de setembro, restaurou-lhe a categoria de Vila, sendo reinstalado o município, em 7 de janeiro de 1845. O Decreto nº 6, de 4 de novembro de 1930, omitiu Portel da relação dos Municípios. entretanto, citou-o em um dos seus artigos como tendo sido acrescido do território do então extinto Município de Bagre.Já no Decreto nº 72, de 27 de dezembro de 1930, foi confirmada a existência do Município, sendo incluído seu nome na relação dos Municípios e incorporado ao seu território o então extinto Município de Melgaço.Com o Decreto nº 399, de 26 de junho de 1931, Portel sofreu outra alteração, pois foi anexado ao Município de Breves.
Restabelecido posteriormente com território desmembrado do Município de Breves, figura no quadro de divisão administrativa relativo a 1933, constituído apenas do distrito-sede.A lei nº 8, de 31 de outubro de 1935, enumerou todos os Municípios do Pará, entre eles o de Portel.Pela divisão territorial de 31 de dezembro de 1936, do Instituto Nacional de Estatística, Portel é citado na relação dos Municípios, constituído de 6 distritos: Portel, Bom Sucesso, Santa Helena, Bagre, Oeiras e Jacundá.Já em 31 de março de 1938, com o Decreto-Lei nº 2.972, o Município de Portel compunha-se apenas de três distritos: Portel, Bagre e Oeiras.Em 31 de outubro de 1938, através do Decreto-Lei nº 3.131, que fixou a divisão territorial do Estado, Portel perdeu para o Município de Oeiras o distrito de Bagre. Oeiras passara a ser Município autônomo. Portanto, nessa divisão, deveria compor-se somente do distrito-sede, apresentando-se, no entanto, com 2 distritos: Portel e Melgaço.Conforme o Decreto-Lei nº 4.505, de dezembro de 1943, que estabeleceu a divisão territorial do Estado, para o período de 1944 a 1948, o Município de Portel permaneceu composto do distrito-sede e do distrito de Melgaço. Este restabeleceu sua autonomia através de Lei nº 2.460, de 29 de dezembro de 1961.Em 10 de maio de 1988, com a Lei nº 5.447, Portel teve sua área desmembrada, para ser criado o Município de Pacajá. atualmente, o Município é composto somente do distrito-sede.
Cultura:
No Município de Portel, acontecem inúmeras manifestações religiosas. A de maior expressão popular, no entanto, é a festa da padroeira Nossa Senhora da Luz, cuja procissão ocorre no dia 2 de fevereiro. Bois-bumbá, quadrilhas e o carimbó constituem as principais manifestações de cultura popular de Portel.O artesanato é constituído, basicamente, de peça confeccionadas em tala e argila. Os produtos mais destacados são os paneiros, os vasos e os alguidares.Em Portel, não há informações de qualquer monumento histórico que possa registrar a memória e a cultura local. Uma Biblioteca Municipal é o único equipamento cultural de que a cidade dispõe.Informações Gerais
LOCALIZAÇÃO
O Município de Portel pertence à Mesorregião Marajó e à Microrregião Portel.A sede Municipal, tem as seguintes coordenadas geográficas: 01º 55’ 45" de latitude Sul e 50º 49’ 15"de longitude a Oeste de Greenwich
.LIMITES
Ao Norte - Município de MelgaçoAo Sul - Município de PacajáA Leste - Municípios de Bagre e BaiãoA Oeste - Municípios de Senador José Porfírio e Porto de Moz
SOLOS
Predominam, no município, as seguintes classes de solos: Latossolo amarelo distrófico textura média, Areias Quartzosas distrófica, relevo plano e suave ondulado; Plintossolo álico textura média, Gley Pouco Húmico distrófico textura indiscriminada, relevo plano; Latossolo Amarelo distrófico textura argilosa e Solos Concrecionários Lateríticos Indiscriminados distróficos textura indiscriminada, relevo plano e suave ondulado.
VEGETAÇÃO
O domínio vegetal no Município de Portel é Floresta Densa dos terraços e baixos platôs. ao longo dos cursos d’água, é notada a presença da Floresta aberta Mista (Cocal) em extensões de até 1,5 Km a cada lado do rio.A Norte do município, ao longo do rio Anapu (margem direita) encontram-se Campos Graminosos úmidos, em depressões assoreadas de Sedimentos Arenosos. A presença da Vegetação Secundária é pouco expressiva.
PATRIMÔNIO NATURAL
A alteração da cobertura vegetal natural, em imagens de LANDSAT-TM, do ano de 1986, era de 4,96%. Os acidentes geográficos, ecologicamente mais relevantes, são: os rios Pacajá, Anapu e Camaraipi e as baías de Melgaço, Portel, Pacajá e Caxiuanã. Apresenta várias cachoeiras, entre elas a Grande do Pacajaí, Pimenta, Piranha, Piracuquara, Pilão grande do Tueré e Comprida. Divide com o Município de Melgaço a Floresta nacional do Caxiunã, com área de 200.000 ha (2.000 Km²), dentro da qual o Museu Paraense Emílio Goeldi pretende implantar uma Estação ecológica.Com o objetivo de racionalizar a exploração do potencial madeireiro, é vital a criação da Floresta Estadual de Caxiuanã, em função de sua baixa influência antrópica, boa topografia e condições de transporte.
TOPOGRAFIA
Como em quase toda a totalidade dos Municípios desta mesorregião, a cidade de Portel apresenta uma baixa altitude, variando entre 3 a 4 metros, não havendo modificações significativas para o "Interland" deste Município
.GEOLOGIA E RELEVO
A estrutura geológica do Município de Portel é em quase sua totalidade, formada por sedimentos cenozóicos, englobando litotipos da Formação Barreiras, de idade Terciária (arenitos, siltios e argelitos caulínicos, com lentes de conglomerados); e sedimentos inconsolidados (areias, silttes e argilas) de idade quaternária.Somente em uma pequena porção ao sul de seu território, estão expostas rochas de idade pré-cambrianas, pertencentes ao Complexo Xingu (granitos, granodioritos, dioritos, migmatitos, granulitos ácidos e básicos, quartzitos, xistos e gnaíses), que constituem as cachoeiras dos altos cursos dos rios Pacajá e Anapú.
HIDROGRAFIA
Neste Município, aparecem três grandes rios que drenam toda a área: rio Anapú, rio pacajá e o rio Camaraipí e se deslocam no sentido sul-noroeste. O rio Anapú deságua na Baía de Pracuí a Baía de Caxiuanã e os principais afluentes são: Pela margem direita: rios Marinaú, Tueré e os igarapés: Itatira, Merapiranga, Janal Grande, umarizal, Marapuá, Atuá e Majuá e, pela margem esquerda; rio Pracuruzinho, rio Curió e rio Pracupi, os igarapés Carumbé, Itatinguinho, Itatingão, Poção, Jacitara, Cocoajá e Tapacú.O rio Pacajá joga suas águas na baía de Portel, que passa em frente à sede do Município, logo após encontrar com o rio Camaraipi. Os seus principais afluentes são: pela margem esquerda: rios Urianã, Aratari, Mandaquari, Guajará e os igarapés: Damiana, Capoeirão, Grande, Pajé, Limão e pela margem direita: rio Jacar-Parú Grande, rio Jacaré Paruzinho e igarapés: Vinte e Nove, Angelim, Do Ouro, Pereira, Ana, Tucumanpijó, Mineiro, Candirí, Maratuba, Cajú e Araú.O rio Camaraipí é a terceira drenagem do Município, porém de grande destaque, porque deságua na baía de Portel, em frente à sede municipal. Seus principais afluentes pela margem direita são: rio Banã, rio Pirico e os igarapés Esmeralda, Macaco, Açaituba, Meratuba, Grande e Cariatuba. Pela margem esquerda, encontramos rio Pitinga, rio Acangatá, rio Paca, rio Ajará e os igarapés Taquera, Tamaquerinha, Tanquera, Arumã e Otá.Apresenta outros rios menores, como o Acutí-pereira e seu afluente o igarapé Laranjal. O rio Jaguarajó faz limite a leste com o Município de Bagre.
CLIMA
Segundo "Kôppen", na sua classificação este município pertence ao grupo AF, sendo um clima tropical úmido, com a precipitação de 350 mm, no mês de abril é rebaixado até 60 mm, no mês de outubro. O trimestre mais chuvoso é fevereiro, março e abril, enquanto nos meses de agosto, setembro e outubro aparece como o período mais seco (índice pluviométrico anual é 2.200mm). A freqüência média anual de precipitação é de 21º C, sendo que a temperatura mínima chega a 21º C e a máxima não passa de 90% em abril e 80% em outubro, e a insolação média atinge 2.200 horas por ano.

HISTORICO DE PORTEL


Histórico:
No local onde está localizado o Município de Portel, existia primitivamente, uma aldeia de índios, que em 1653, foi reorganizada pelo padre Antonio Vieira, ao introduzir os índios Nheengaíbas, trazidos da ilha de Marajó, ficando sob a direção dos padres da Companhia de Jesus, com a denominação de Aricuru (ou Arucurá), até a expulsão dos jesuítas, época em que já era freguesia, sob a invocação de Nossa Senhora da Luz.Em 1858, o governador e capitão-geral Francisco Xavier de Mendonça furtado elevou-a à categoria de Vila, mudou-lhe o nome para Portel, denominação portuguesa que significa "Porto Pequeno", e instalado pessoalmente o Município, em 24 de janeiro do mesmo ano.
No ano de 1833, o Município de Portel perdeu o título de Vila, ficando seu território enexado ao Município de Melgaço até 1843, quando a Lei nº 110, de 25 de setembro, restaurou-lhe a categoria de Vila, sendo reinstalado o município, em 7 de janeiro de 1845. O Decreto nº 6, de 4 de novembro de 1930, omitiu Portel da relação dos Municípios. entretanto, citou-o em um dos seus artigos como tendo sido acrescido do território do então extinto Município de Bagre.Já no Decreto nº 72, de 27 de dezembro de 1930, foi confirmada a existência do Município, sendo incluído seu nome na relação dos Municípios e incorporado ao seu território o então extinto Município de Melgaço.Com o Decreto nº 399, de 26 de junho de 1931, Portel sofreu outra alteração, pois foi anexado ao Município de Breves.
Restabelecido posteriormente com território desmembrado do Município de Breves, figura no quadro de divisão administrativa relativo a 1933, constituído apenas do distrito-sede.A lei nº 8, de 31 de outubro de 1935, enumerou todos os Municípios do Pará, entre eles o de Portel.Pela divisão territorial de 31 de dezembro de 1936, do Instituto Nacional de Estatística, Portel é citado na relação dos Municípios, constituído de 6 distritos: Portel, Bom Sucesso, Santa Helena, Bagre, Oeiras e Jacundá.Já em 31 de março de 1938, com o Decreto-Lei nº 2.972, o Município de Portel compunha-se apenas de três distritos: Portel, Bagre e Oeiras.Em 31 de outubro de 1938, através do Decreto-Lei nº 3.131, que fixou a divisão territorial do Estado, Portel perdeu para o Município de Oeiras o distrito de Bagre. Oeiras passara a ser Município autônomo. Portanto, nessa divisão, deveria compor-se somente do distrito-sede, apresentando-se, no entanto, com 2 distritos: Portel e Melgaço.Conforme o Decreto-Lei nº 4.505, de dezembro de 1943, que estabeleceu a divisão territorial do Estado, para o período de 1944 a 1948, o Município de Portel permaneceu composto do distrito-sede e do distrito de Melgaço. Este restabeleceu sua autonomia através de Lei nº 2.460, de 29 de dezembro de 1961.Em 10 de maio de 1988, com a Lei nº 5.447, Portel teve sua área desmembrada, para ser criado o Município de Pacajá. atualmente, o Município é composto somente do distrito-sede.
Cultura:
No Município de Portel, acontecem inúmeras manifestações religiosas. A de maior expressão popular, no entanto, é a festa da padroeira Nossa Senhora da Luz, cuja procissão ocorre no dia 2 de fevereiro. Bois-bumbá, quadrilhas e o carimbó constituem as principais manifestações de cultura popular de Portel.O artesanato é constituído, basicamente, de peça confeccionadas em tala e argila. Os produtos mais destacados são os paneiros, os vasos e os alguidares.Em Portel, não há informações de qualquer monumento histórico que possa registrar a memória e a cultura local. Uma Biblioteca Municipal é o único equipamento cultural de que a cidade dispõe.Informações Gerais
LOCALIZAÇÃO
O Município de Portel pertence à Mesorregião Marajó e à Microrregião Portel.A sede Municipal, tem as seguintes coordenadas geográficas: 01º 55’ 45" de latitude Sul e 50º 49’ 15"de longitude a Oeste de Greenwich
.LIMITES
Ao Norte - Município de MelgaçoAo Sul - Município de PacajáA Leste - Municípios de Bagre e BaiãoA Oeste - Municípios de Senador José Porfírio e Porto de Moz
SOLOS
Predominam, no município, as seguintes classes de solos: Latossolo amarelo distrófico textura média, Areias Quartzosas distrófica, relevo plano e suave ondulado; Plintossolo álico textura média, Gley Pouco Húmico distrófico textura indiscriminada, relevo plano; Latossolo Amarelo distrófico textura argilosa e Solos Concrecionários Lateríticos Indiscriminados distróficos textura indiscriminada, relevo plano e suave ondulado.
VEGETAÇÃO
O domínio vegetal no Município de Portel é Floresta Densa dos terraços e baixos platôs. ao longo dos cursos d’água, é notada a presença da Floresta aberta Mista (Cocal) em extensões de até 1,5 Km a cada lado do rio.A Norte do município, ao longo do rio Anapu (margem direita) encontram-se Campos Graminosos úmidos, em depressões assoreadas de Sedimentos Arenosos. A presença da Vegetação Secundária é pouco expressiva.
PATRIMÔNIO NATURAL
A alteração da cobertura vegetal natural, em imagens de LANDSAT-TM, do ano de 1986, era de 4,96%. Os acidentes geográficos, ecologicamente mais relevantes, são: os rios Pacajá, Anapu e Camaraipi e as baías de Melgaço, Portel, Pacajá e Caxiuanã. Apresenta várias cachoeiras, entre elas a Grande do Pacajaí, Pimenta, Piranha, Piracuquara, Pilão grande do Tueré e Comprida. Divide com o Município de Melgaço a Floresta nacional do Caxiunã, com área de 200.000 ha (2.000 Km²), dentro da qual o Museu Paraense Emílio Goeldi pretende implantar uma Estação ecológica.Com o objetivo de racionalizar a exploração do potencial madeireiro, é vital a criação da Floresta Estadual de Caxiuanã, em função de sua baixa influência antrópica, boa topografia e condições de transporte.
TOPOGRAFIA
Como em quase toda a totalidade dos Municípios desta mesorregião, a cidade de Portel apresenta uma baixa altitude, variando entre 3 a 4 metros, não havendo modificações significativas para o "Interland" deste Município
.GEOLOGIA E RELEVO
A estrutura geológica do Município de Portel é em quase sua totalidade, formada por sedimentos cenozóicos, englobando litotipos da Formação Barreiras, de idade Terciária (arenitos, siltios e argelitos caulínicos, com lentes de conglomerados); e sedimentos inconsolidados (areias, silttes e argilas) de idade quaternária.Somente em uma pequena porção ao sul de seu território, estão expostas rochas de idade pré-cambrianas, pertencentes ao Complexo Xingu (granitos, granodioritos, dioritos, migmatitos, granulitos ácidos e básicos, quartzitos, xistos e gnaíses), que constituem as cachoeiras dos altos cursos dos rios Pacajá e Anapú.
HIDROGRAFIA
Neste Município, aparecem três grandes rios que drenam toda a área: rio Anapú, rio pacajá e o rio Camaraipí e se deslocam no sentido sul-noroeste. O rio Anapú deságua na Baía de Pracuí a Baía de Caxiuanã e os principais afluentes são: Pela margem direita: rios Marinaú, Tueré e os igarapés: Itatira, Merapiranga, Janal Grande, umarizal, Marapuá, Atuá e Majuá e, pela margem esquerda; rio Pracuruzinho, rio Curió e rio Pracupi, os igarapés Carumbé, Itatinguinho, Itatingão, Poção, Jacitara, Cocoajá e Tapacú.O rio Pacajá joga suas águas na baía de Portel, que passa em frente à sede do Município, logo após encontrar com o rio Camaraipi. Os seus principais afluentes são: pela margem esquerda: rios Urianã, Aratari, Mandaquari, Guajará e os igarapés: Damiana, Capoeirão, Grande, Pajé, Limão e pela margem direita: rio Jacar-Parú Grande, rio Jacaré Paruzinho e igarapés: Vinte e Nove, Angelim, Do Ouro, Pereira, Ana, Tucumanpijó, Mineiro, Candirí, Maratuba, Cajú e Araú.O rio Camaraipí é a terceira drenagem do Município, porém de grande destaque, porque deságua na baía de Portel, em frente à sede municipal. Seus principais afluentes pela margem direita são: rio Banã, rio Pirico e os igarapés Esmeralda, Macaco, Açaituba, Meratuba, Grande e Cariatuba. Pela margem esquerda, encontramos rio Pitinga, rio Acangatá, rio Paca, rio Ajará e os igarapés Taquera, Tamaquerinha, Tanquera, Arumã e Otá.Apresenta outros rios menores, como o Acutí-pereira e seu afluente o igarapé Laranjal. O rio Jaguarajó faz limite a leste com o Município de Bagre.
CLIMA
Segundo "Kôppen", na sua classificação este município pertence ao grupo AF, sendo um clima tropical úmido, com a precipitação de 350 mm, no mês de abril é rebaixado até 60 mm, no mês de outubro. O trimestre mais chuvoso é fevereiro, março e abril, enquanto nos meses de agosto, setembro e outubro aparece como o período mais seco (índice pluviométrico anual é 2.200mm). A freqüência média anual de precipitação é de 21º C, sendo que a temperatura mínima chega a 21º C e a máxima não passa de 90% em abril e 80% em outubro, e a insolação média atinge 2.200 horas por ano.

BATE PAPO PORTELENSE